quarta-feira, 7 de março de 2012

Parabéns para nózes! Chegamos a 5000 pageviews!



Galeres, em menos de 3 meses desde que abrimos as portas da percepção do Boteco ultrapassamos a marca de 5000 pageviews!!! #URRUL! #EitaNózes! #OsBlogueiroPira!

Isso merece um brinde com Heineken bem gelada! (se a gente já brinda todo dia sem motivo, imagina com motivo!)

Um super-ultra-mega-valeu pra todo mundo que se presta a acessar o Boteco e ler as bobagens que escrevemos aqui diariamente, todos os dias, no cotidiano diário!

E um quebra costela especial pra galera que, por increça que parível, continua voltando ao Boteco!

VALEUZÃO! MESMO! DE VERDADE! AFU! VIRIL E COM FORÇA!

67,90%New Visitor
32,10%Returning Visitor


00:03:10
 Tempo médio no site (e não é que vocês leem mesmo?!)

Em nome da equipe do Boteco, que Deus abençoe o fígo, o stromgo e us rim de vocês!

Post, Repost, Pin, Repin, Blog, Reblog... Chega de conteúdo "old", porra!


Quem nunca postou algo velho na web que atire a primeira pedra. Aquele vídeo que "todo mundo" já viu, ou aquela notícia bizarra que você descobriu agora mas já está circulando na interwebz desde o ano passado... Enfim, conteúdo "old" é repetitivo, e tudo o que é repetitivo acaba ficando chato.

Mas, foda mesmo são aqueles amigos chatos que dizem "isso aí é old, véi, vi ao meio dia". Ok, se eu não tivesse mandado o link às 12:15. Aí entramos em outra questão: conteúdo fica "old" em 15 min? Pode ser que sim, pode ser que não. Depende do contexto, e do conteúdo.

Mas, pra não correr o risco de postar coisas "do século passado", tem este sitezinho bacana aí de cima que te avisa quando o link que você quer passar já foi compartilhado demais. E, obviamente, se já foi compartilhado demais é OLD!

P.S: O "Is It Old" só analisa links que foram postados no Twitter! Não adianta testar as tirinhas daquela fanpage idiota de humor idiota no Facebook, viu?!

P.S II: Se o link na imagem não estiver funfando, clica aqui ó!

terça-feira, 6 de março de 2012

Depois de mil "crowd-alguma-coisa", habemus "CrowdUnclothing" - Alcançando 300 mil dilmas a moça tira a roupa!


Não, o termo não existe. Acho que acabo de inventá-lo, mas isso é o de menos. O que importa é que Hugh Hefner pode vir a ficar ficar bem preocupado com a ideia deste pessoal aí.

Afinal, todos sabemos que a Playboy sempre pagou rios de dinheiro para pelar as beldades, retocá-las no Photoshop, e distribuir suas curvas impressas nas páginas da revista.

Só que, e se em vez dos cachês gordos da Playboy ou de outras publicações do gênero, as gostosonas passarem a contar com o seu dinheiro?

É o que propõe o projeto Nake It, como diz o vídeo acima. Por 300 mil dilmas a loura se propõe a exibir-se como veio ao mundo.

Tu aí! Tá pagando?

(Via Coletivo Mídia Boom)

Música de Boteco

Um tempo atrás rolou este vídeo na internet:



Pois bem, mostrei o vídeo pra um amigo ontem e fomos em busca de novos vídeos da banda...


Detalhe pro "tiuzin" da esquerda.


Agora, todo mundo tá cansado de escutar esta música nas rádios, mas eis uma versão vale a pena ser vista:






Dance!



E seja feliz!!!

sábado, 3 de março de 2012

Amnesia: The Dark Descent - o jogo mais cagaceante desde Phantasmagoria


Sério, gente. Fazia muito tempo que eu não jogava um jogo tão simples e tão foda ao mesmo tempo. É uma baita experiência de imersão em apenas 1.22gb. Explico.

A galere que joga direto já tem mais do que experiência em explorar dungeons (e pra quem não tem, dungeons são tipo aqueles calabouços sombrios, masmorras de castelo, enfim), desde os primeiros Elder Scrolls, passando por Diablo, World of Warcraft, entre outros tantos RPG's.

A diferença brutal está no formato: em todos estes jogos, encarnávamos personagens armados até os dentes, treinados nas artes da magia de destruição e cura, e revestidos por armaduras virtualmente indestrutíveis e carregando poções dos mais variados efeitos. Nestas condições, não importa que venha um esqueletinho ou um War Deathlord, estamos preparados para enfrentá-los. Damos um grito mental ("Pra cima deles, negads"!) e o bicho pega.

Não em Amnesia: The Dark Descent. Aqui, encarnaremos um papel que é sempre escarnecido nos RPG's e filmes: o papel do cagalhão. Um cara desarmado, desconfiado, e apavorado! (Quem conhece o Samwell Tarly de Game of Thrones tá ligado a que me refiro).

A mecânica do jogo consiste em explorar o ambiente e solucionar puzzles dos mais variados tipos. Até aí, tudo bem. Os gráficos não são nada de espetacular, mas também não deixam a desejar. É um jogo simples, como eu disse lá em cima. Durante a exploração, descobriremos que nosso herói cagão tem medo do escuro: o cara não pode ficar muito tempo em um ambiente sem luz que começa a ter alucinações, a visão desfoca, enfim, começa a perder a sanidade que é a outra "barra de energia" além do health clássico.

O negócio é catar fósforos e óleo para a lamparina, e usá-los com sabedoria. Você não vai querer ficar sozinho no escuro com um monstro assassino, que só foi visto de relance enquanto você e o personagem soltavam um grito de pavor e afinavam correndo para se esconder dentro de um armário e esperar o bitcho ir embora.

E aí entra outro detalhe sacana: o esquema de abrir e fechar portas. Tipo, para abrir uma porta, você tem que clicar, segurar o clique e arrastar o mouse para trás pra abrir a porta. Ok, é fácil. Só que todas as portas abrem para trás! Imagina uma fuga desesperada e apavorada onde não dá pra empurrar a porta pra frente e seguir correndo. Não, tem que parar, clicar, abrir, e seguir correndo, mas agora sabendo que o bicho tá mais perto. Adrenalina pura, maifrendi.

Mas o fodalhástico mesmo, na minha humilde opinião, é o audio do jogo. Sério. A cada barulhinho estranho numa sala, o personagem se assusta e começa a ficar com a respiração pesada, arfante, e não tem como não ser contagiado pela atmosfera. Gritos distantes e sons de baixa frequência (bastante comuns em filmes de horror) completam o ambiente sombrio de arrepiar até os cubelhos cabelos do sovaco jogando de madrugada com as luzes apagadas.

Bom, o texto já tá extenso demais pra um review de jogo (que aliás é o primeiro que escrevo na vida). Vamos parando por aqui para evitar o maledeto tl ; dr (too long; didn't read). Desculpem a minha imperícia técnica (não citei o estúdio produtor, nem a config mínima do jogo, mas dane-se).

Compraí ou baixa o jogo. É animal!

P.S: só pra constar, to com o jogo instalado há mais de um mês e não virei ainda. Sacumé, haja coragem!


sexta-feira, 2 de março de 2012

InstaFags: você é um deles?


Bom, eu não sou. Ainda não consegui reunir condições monetárias para tentar sê-lo. Ser InstaFag é pra quem pode, não pra quem quer!

Mas sério, deixando as piadinhas de lado, a galere se supera nos registros de café e almoço com filtros para deixar as fotos com frescurites hipsters o suficiente para serem postadas na rede.

E a nós, reles mortais usuários de Android, resta folgar nos fãs da Maçã, mas sempre com aquela pontinha de inveja saudável.